Aedes
aegypti
Esta espécie é nativa da África e foi descrita originalmente no
Egito. É uma das espécies responsáveis pela transmissão do dengue
e febre amarela febre amarela (arboviroses). O Aedes aegypti tem a cor
escura e manchas brancas pelo corpo.
febre amarela (arboviroses). O Aedes aegypti tem a cor
escura e manchas brancas pelo corpo.
Utiliza recipientes artificiais com água parada para depositar seus
ovos que são fixados acima do nível da água. Estes resistem a longos períodos de
dessecação, o que permite que seja transportado facilmente de um local para o outro. Os
locais onde normalmente são encontradas suas larvas são: pneus, pratos de vasos, latas,
garrafas, caixa dágua e cisternas mal fechadas, latas, vidros, vasos de cemitério,
piscinas, lagos e aquários abandonados, entre outros.
As fêmeas picam preferencialmente ao amanhecer e próximo ao
crepúsculo, mas podem picar em qualquer hora do dia. Elas podem picar qualquer animal,
mas o homem é o mais atacado. Esta espécie abandona o hospedeiro ao menor movimento,
passando, desta forma, por vários hospedeiros disseminando-se assim a doença.
Aedes
albopictus
Esta espécie foi descrita na Índia tendo sido introduzida no nosso
país através do comércio. Foi descoberta no Brasil em 1986 nos Estados de Minas Gerais
e Rio de Janeiro. Atualmente encontra-se distribuída em vários outros Estados.
Diferentemente do A. aegypti, esta espécie não está tão relacionada com a
atividade humana, distribuindo-se com facilidade no meio rural. A postura é realizada em
criadouros naturais, tais como ocos de árvore cheios dágua, internódios de bambu,
cascas de fruta, etc. Os ovos são depositados em poucas quantidades mas em diversos
locais, o que facilita uma rápida dispersão. Também possui hábito diurno, assim como o
A. aegypti.
A. albopictus é vetor do dengue na Ásia, mas no Brasil ainda
não existem provas de que possa estar veiculando a doença, já que não foram
descobertos adultos nem larvas desta espécie em zonas de epidemia da doença.